quarta-feira, 20 de junho de 2012

3 x 4

"3 x 4"; nanquim a pincel sobre papel; junho, 2012

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Conjunto de doze trabalhos independentes, parte de uma série de estudos para xilo ou linóleogravuras, todos medindo 30 x 21 cm, aqui reunidos no formato em que imagino, futuramente, dispô-los e expô-los.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Figura

"Figura"; gravura em metal [água forte], 2012


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Minha primeira gravura em metal: o resultado se assemelhou mais a um desenho a nanquim...
Ainda tenho muito o que aprender neste novo caminho!

+

E a poetamiga Clarice Villac me presenteou com este belo poema em diálogo:


Integração -

raízes & escadas...


transmutação - 


coração em camadas...


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Também publicado aqui



quarta-feira, 16 de maio de 2012

segunda-feira, 19 de março de 2012

Pé no Chão

"Pé no chão"; aquarela, 1991 [coleção particular]



no chão
o pé
se firma
sente o solo
como irmão
se faz raiz
sorve a seiva
o pé
firme
no chão
a seiva sobe
circula
flui
enquanto o pé
ele só sente
pulsar o chão
o pé não pensa
não tem cabeça não
mas
pé no chão
só ele sabe
se dá pé
ou não



Raul Motta

quarta-feira, 14 de março de 2012

Dia Nacional da Poesia

Hoje, 14 de março, é comemorado o Dia Nacional da Poesia. E a poetamiga Clarice Villac escolheu um cartum de minha autoria, originalmente publicado na revista literária Instantes, para ilustrar um poema dedicado a este dia na revista virtual Simplicíssimo.

Aí vão ambos: o cartum...



"Poesia"; nanquim a pincel s/ papel; 1996


... e o poema de Clarice Villac:


Dia Nacional da Poesia


A Poesia permanece aberta,
no ponto de ser ressignificada
pelo leitor...

Passa o tempo,
retorna o leitor àquela mesma poesia,
que já é outra,

pois a pessoa viveu, experimentou,
e sua visão da poesia
se transformou !

Medida inexata da evolução pessoal,
desperta novas percepções...
que serão estímulo para novas experiências de Vida...

Poesia é brincadeira sonora
com os sentidos,
é descoberta de livres associações...

A fronteira do Poeta
situa-se onde 
as explicações se acabam...

Deixarei poemas 
como heranças...
e sutis esperanças !


~


+ Clarice Villac aqui

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Duas xilogravuras...

"Infância"; xilogravura; 1997



... e um poema de Cláudia Lemos:


Chão do Tempo [* ]


Infante o homem
toma a lembrança
de seu quintal de liberdade

O pássaro primeiro
em mãos de futuro
passeia  possibilidades

A velha criança
floresce a raiz
cravada na rocha do tempo

E nas asas
se desfaz
faz
refaz
o menino de nunca mais.



.



[ * ] Poema em diálogo com a xilogravura "Infância", originalmente publicado aqui.

Cláudia Lemos escreve nos blogs Controvento-Desinventora e Semanário

Grato, Claudiamiga!

"Crianças"; xilogravura; 1997

Cabeça

"Cabeça"; acrílica sobre papel; s/d

2 nanquins

"Dentro"; caneta nanquim sobre papel; s/d

Sem título ["olho-asa"]; nanquim, bico de pena sobre papel; 1991