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| "Homem"; acrílica sobre papel; s.d. |
quarta-feira, 30 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Figura
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| "Figura"; gravura em metal [água forte], 2012 |
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Minha primeira gravura em metal: o resultado se assemelhou mais a um desenho a nanquim...
Ainda tenho muito o que aprender neste novo caminho!
+
E a poetamiga Clarice Villac me presenteou com este belo poema em diálogo:
Integração -
raízes & escadas...
transmutação -
coração em camadas...
.
Também publicado aqui
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E a poetamiga Clarice Villac me presenteou com este belo poema em diálogo:
Integração -
raízes & escadas...
transmutação -
coração em camadas...
.
Também publicado aqui
quarta-feira, 16 de maio de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Pé no Chão
quarta-feira, 14 de março de 2012
Dia Nacional da Poesia
Hoje, 14 de março, é comemorado o Dia Nacional da Poesia. E a poetamiga Clarice Villac escolheu um cartum de minha autoria, originalmente publicado na revista literária Instantes, para ilustrar um poema dedicado a este dia na revista virtual Simplicíssimo.
Aí vão ambos: o cartum...
... e o poema de Clarice Villac:
A Poesia permanece aberta,
no ponto de ser ressignificada
Aí vão ambos: o cartum...
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| "Poesia"; nanquim a pincel s/ papel; 1996 |
... e o poema de Clarice Villac:
Dia Nacional da Poesia
A Poesia permanece aberta,
no ponto de ser ressignificada
pelo leitor...
Passa o tempo,
retorna o leitor àquela mesma poesia,
que já é outra,
pois a pessoa viveu, experimentou,
e sua visão da poesia
se transformou !
Medida inexata da evolução pessoal,
desperta novas percepções...
que serão estímulo para novas experiências de Vida...
Poesia é brincadeira sonora
com os sentidos,
é descoberta de livres associações...
A fronteira do Poeta
situa-se onde
as explicações se acabam...
Deixarei poemas
como heranças...
e sutis esperanças !
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Duas xilogravuras...
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| "Infância"; xilogravura; 1997 |
... e um poema de Cláudia Lemos:
Chão
do Tempo [* ]
Infante
o homem
toma
a lembrança
de
seu quintal de liberdade
O
pássaro primeiro
em
mãos de futuro
passeia
possibilidades
A
velha criança
floresce
a raiz
cravada na rocha do tempo
E nas asas
se desfaz
faz
refaz
o menino de nunca mais.
.
[ * ] Poema em diálogo com a xilogravura "Infância", originalmente publicado aqui.
Cláudia Lemos escreve nos blogs Controvento-Desinventora e Semanário
2 nanquins
Meninos, garotos, guris...
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| Grafite sobre papel; s/d |
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| Grafite sobre papel; 2004 |
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| Grafite sobre papel; s/d |
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| Nanquim, bico de pena sobre papel; 1993 |
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| Grafite sobre papel; Salvador, 1994 |
O poetamigo e haijin Cristiano Marcel, colunista do blog Poetas de Marte, me surpreendeu ao abduzir estes desenhos para ilustrar seus haicais em homenagem ao Dia das Crianças na sua coluna Haicais de Domingo.
Grato, Cristiano!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Baú de memórias: revista Instantes
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| "Tá [quase] todo mundo lendo Instantes"; nanquim e pincel sobre papel; desenho inédito |
Já desenhava quando me juntei ao grupo da revista literária Instantes, mas foi nessa revistinha [uso o termo no sentido carinhoso...] impressa em xerox e distribuída gratuitamente em pontos culturais, eventos estudantis, filas de teatro e festivais de cinema que me senti acolhido e à vontade para publicar meus primeiros poemas e até mesmo meu primeiro ensaio crítico, um artigo sobre o escultor G.T.O.
Foi nas reuniões da Instantes que pude exercitar um outro modo de apreender o texto, por meio da leitura e da escuta coletivas. A produção de todos era posta na roda e a prosa poética que se seguia se estendia sem compromisso com a "hora de relógio", como falam os baianos.
Por meio do grupo Instantes [hoje seríamos um "coletivo"] pude vivenciar um ambiente no qual as diferenças individuais são condição sine qua non para o crescimento do todo e de cada um.
Fica aqui meu agradecimento ao Marcello Giffoni, à Mônica Torres, ao Alexandre Feitosa, à Blanca Dian, ao Marcelo Oliveira, ao Sérgio Paulo, ao Sandor Buys e ao Löis Lancaster, integrantes do grupo de fundadores da revista.
Valeu! E muito!
Valeu! E muito!
domingo, 16 de outubro de 2011
Humana natureza
"Viver é desenhar sem borracha"
A frase que dá título a esta postagem é do genial Millôr Fernandes, eterno mestre do traço e da palavra, referência do desenho de humor sofisticado e do texto inteligente, artista de importância fundamental para o desenvolvimento das artes gráficas no Brasil. E como já disse um outro frasista genial, Karl Kraus [1874-1936], se "um aforisma é uma meia verdade, uma verdade e meia", a frase do Millôr é certamente uma dessas "meias verdades e meia" insofismáveis.
Pois esse frescor vital a que se refere Millôr é o mesmo que dá prazer a qualquer desenhista ao rabiscar sem compromisso, deixar fluir a mão e, assim, poder se surpreender com o resultado. Os desenhos a seguir são alguns desses rabiscos, fragmentos de uma "vida sem borracha"...
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| "Jogo de bola"; caneta bic, 2005 |
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| "Garoto"; caneta, 2011 |
Contemplativo
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| "Contemplativo"; grafite sobre papel, s/d |
.
Agradecimentos mais que especiais à poetamiga Clarice Villac, sensível antena e terna difusora das boas causas, por ter levado meu Contemplativo para fluir nas águas do blog Cantinho Literário SOS Rios do Brasil.
Grato, Clarice!
Grato, Clarice!
Valem uma visita:
O Cantinho é o afluente literário do blog SOS Rios do Brasil
+
Clarice Villac no Ponto de Luz
O Cantinho é o afluente literário do blog SOS Rios do Brasil
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Clarice Villac no Ponto de Luz
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